Sabia. Teria que escrever sobre isso. Só não esperava que fosse tão cedo.
Sou racional demais. Me ensinaram que o amor é uma reação química que causa dependência. Sei lá, gosto de ter uma sensação ilusória de independência, já não é novidade.
E, perder meu auto-controle (ah, como se o possuísse!) me assusta. Não acho, de maneira alguma, que a razão e o sentimentalismo devem se chocar impactantemente, ah, isso não! Ambos sairiam desestabilizados e ficariam lá, instáveis, durante a reação química, demonstrando toda a sua vulnerabilidade.
Ficar vulnerável! De longe, consegue ser minha maior ânsia, se chocando com meu maior anseio.
De modo que, a qualquer mínimo gesto ou palavra, se concentre em mim o apogeu da alegria ou do inferno.
Intensidade. Palavra-chave, talvez. Essa coisa toda sempre me acompanha, tornando bem fácil distinguir pessoas, coisas ou situações: ou amo, ou odeio. Posso até enfatizar um meio-termo, pra não desconsiderar idéias opostamente atraentes, mas é tudo mentira, mesmo que eu negue. Não tem essa propaganda clichê de "tanto faz". Não MESMO.
E...é tão complexo! Não sei confiar, ao ponto de me mostrar frágil e vulnerável, com medo da intensidade dos fatos, até agora, desconhecidos.
Medo de conhecê-los. Ou talvez, com toda a fé focada nisso.
Ah, quanta redundância!
Com açúcar e com afeto, quero uma dependência química.
Sou racional demais. Me ensinaram que o amor é uma reação química que causa dependência. Sei lá, gosto de ter uma sensação ilusória de independência, já não é novidade.
E, perder meu auto-controle (ah, como se o possuísse!) me assusta. Não acho, de maneira alguma, que a razão e o sentimentalismo devem se chocar impactantemente, ah, isso não! Ambos sairiam desestabilizados e ficariam lá, instáveis, durante a reação química, demonstrando toda a sua vulnerabilidade.
Ficar vulnerável! De longe, consegue ser minha maior ânsia, se chocando com meu maior anseio.
De modo que, a qualquer mínimo gesto ou palavra, se concentre em mim o apogeu da alegria ou do inferno.
Intensidade. Palavra-chave, talvez. Essa coisa toda sempre me acompanha, tornando bem fácil distinguir pessoas, coisas ou situações: ou amo, ou odeio. Posso até enfatizar um meio-termo, pra não desconsiderar idéias opostamente atraentes, mas é tudo mentira, mesmo que eu negue. Não tem essa propaganda clichê de "tanto faz". Não MESMO.
E...é tão complexo! Não sei confiar, ao ponto de me mostrar frágil e vulnerável, com medo da intensidade dos fatos, até agora, desconhecidos.
Medo de conhecê-los. Ou talvez, com toda a fé focada nisso.
Ah, quanta redundância!
Com açúcar e com afeto, quero uma dependência química.

1 comentários:
seja feliz;
=D
Postar um comentário